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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

VIII - O PROCESSO PARA A PRÁTICA DO PECADO VOLUNTÁRIO

VIII, O PROCESSO PARA A PRÁTICA DO PECADO VOLUNTÁRIO.
A prática de todo e qualquer pecado voluntário, levada a efeito pelo ser humano, inclusive pelo crente em JESUS CRISTO, jamais acontece por acaso ou inconscientemente, a não ser nos pecados involuntários, aqueles que são cometidos, sem que a vontade o determine, ou seja, os pecados alheios à vontade do homem.
A prática do pecado é, na realidade o final de um processo, ou de uma caminhada de três passos, como podemos ver a seguir:
1, TENTAÇÃO, OU CONVITE, PARA A PRÁTICA DO PECADO.
2, CONSENTIMENTO PESSOAL PARA A PRÁTICA DO PECADO.
3, PRÁTICA DO PECADO.
Vejamos cada uma em particular.
VIII, 1, TENTAÇÃO, OU CONVITE, PARA A PRÁTICA DO PECADO.
A tentação é o acontecimento inicial do processo que leva o homem à prática do pecado.
A tentação é um convite ao ser humano, para praticar o pecado.
Sem que haja a tentação, jamais alguém chegará à prática do pecado.
Todo o pecado cometido por um ser humano tem seu nascedouro numa tentação.
Toda a tentação para a prática do pecado sempre tem por trás o maior inimigo do ser humano, que é o diabo.
A tentação para a prática do pecado, pode acontecer de duas formas:
01, DIRETAMENTE PELO DIABO.
O diabo pode tentar, diretamente, o homem atuando em sua inteligência, através dos seus sentidos, Gên¨3:1-5; Mat¨4:1-11; Mar¨1:12-13; Luc¨4:1-13.
02, ATRAVÉS DE UM SERVIDOR DO DIABO.
A tentação para a prática do pecado, também pode acontecer através de um servo do diabo.
O servo do diabo, pode ser uma pessoa incrédula, At¨20:19
Porém, infelizmente, também pode ser um crente em JESUS CRISTO que esteja momentaneamente em estado pecaminoso e, portanto, a serviço do diabo, Mat¨16:21-23.
Porém, uma coisa é certa, jamais, qualquer tentação virá da parte de DEUS, Tiago¨1:13.
O crente em JESUS CRISTO há de estar tranqüilo, no tocante à experiência da tentação para a prática do pecado, tendo em sua mente, o que declaramos a seguir:
A TENTAÇÃO, EM SI, PARA A PRÁTICA DO PECADO, NÃO É PECADO.
Se a tentação para a prática do pecado fosse pecado, JESUS CRISTO seria pecador, já que foi tentado em tudo, como nós, Heb¨2:17-18, 4:14-15.
Porém, para o bem da humanidade, mas de um modo todo especial dos salvos, ainda que duramente tentado, jamais JESUS CRISTO pecou, João¨8:46; 2ªCor¨5:21; Heb¨4:14-15; 1ªPed¨2:21-23; 1ªJoão¨3:5.
VIII, 2, CONSENTIMENTO PESSOAL PARA A PRÁTICA DO PECADO.
Após a tentação acontecer, a pessoa pode consentir ou não com o convite, ou tentação, para a prática do pecado.
Quando uma pessoa consente com o convite para a prática do pecado, está a um passo de cometer o pecado, o qual é alvo da tentação.
O consentimento para a prática do pecado é uma demonstração ou prova da fragilidade humana.
Ainda que o pecado alvo da tentação não tenha sido praticado, mas haja no coração o consentimento para a prática do pecado, este consentimento, em si mesmo, já é pecado, por isso, o salmista clama a DEUS, Sal¨141:4.
Porém, o pecado é agravado quando passa, apenas, do consentimento à execução ou à pratica do pecado, alvo da tentação, Prov¨14:14, 17:20.
Quando a pessoa, especialmente o crente em JESUS CRISTO, não consente com a tentação para a prática do pecado está, com toda a certeza, glorificando a DEUS, Heb¨12:1, como JESUS CRISTO o glorificou, como podemos ver nas próximas passagens BÍBLICAS, Mat¨4:1-11; Mar¨1:12-13; Luc¨4:1-13.
VIII, 3, PRÁTICA DO PECADO.
A prática do pecado, é a consumação da desobediência a DEUS, visto que, ao invés de dar ouvidos a DEUS que ama, imensamente, o ser humano, dá ouvidos e obedece ao ser que mais odeia, tanto o ser humano, Gên¨3:1-5; Ef¨6:11; 1ªPed¨ 5:8, quanto ao próprio CRISTO, 2ªCor¨6:15.

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